Horário comercial: (11) 2018 – 7120 / 24 horas: (11) 96873 – 2931
insp-therm@insp-therm.com.br

TRATAMENTO TERMO VÁCUO - FILTRAGEM DE ÓLEO MINERAL ISOLANTE

O Tratamento de óleo mineral isolante através do sistema termo vácuo é um Serviço técnico especializado realizado na forma de TRATAMENTO TERMO VÁCUO OU FILTRAGEM DE ÓLEO MINERAL ISOLANTE em transformadores de potência existentes em cada planta elétrica industrial, os serviços são realizados através de máquina termo vácuo com a vazão de entrada e saída que variam de acordo com cada volume de óleo do transformador.

A INSP – THERM ELETROTÉCNICA E SERVIÇOS possui maquinas que possui vazão de entrada de 6.000L/h, e vazão de saída 3.500L/h, CLP'S Tholz, Bomba de alto vácuo de 150m3 / h, Filtro de Neodímio de 1 1/2", com 15 imãs de 9.000 Gauss, para a realização dos serviços com total eficiência.

Tratamento termo Vácuo

FILTRAGEM DE ÓLEO MINERAL ISOLANTE É COM A INSP - THERM.

Filtragem de Óleo

Filtragem de óleo mineral isolante através do sistema termo vácuo.

O processo consiste na passagem do óleo mineral através de um sistema de filtros de fibra de celulose e resina fenólica que proporcionam óleo limpo e puro isento de sólidos, em seguida por um sistema de aquecimento direto ou indireto com controle automático de temperatura. Após estas duas etapas, o óleo mineral é encaminhado para uma câmara que sob vácuo arrasta os gases dissolvidos, bem como os vapores de água contidos no óleo mineral, para a atmosfera.

Retirada de umidade e desgaseificacão,

Coleta de amostras e análise do óleo isolante do transformador tratado,

Fornecimento de laudo técnico da análise realizada,

ANÁLISE FISICO QUIMICO.

Filtragem de Óleo Mineral

ANÁLISE FISICO QUIMICO COMPLETA - NBR 10576

- índice de neutralização / acidez – NBR-14248
- Densidade relativa 20/4 °C – NBR-7148
- Tensão interfacial a 25 °C – NBR-6234
- Teor de água – NBR-10710
- Rigidez dielétrica - NBR IEC 0156
- Fator de potência a 100 °C – NBR-12133
- Cor – NBR-14483

Obs: volume da amostra necessária - 1 frasco de 1000 ml.

Rigidez Dielétrica:

A tensão de ruptura dielétrica é importante como uma medida da capacidade de um óleo suportar tensões elétricas sem falhar. Um óleo limpo e seco tem uma rigidez dielétrica elevada. Água livre e partículas sólidas, particularmente estas últimas quando combinadas com altos níveis de água dissolvida, tendem a migrar para regiões de elevado potencial elétrico e reduzem drasticamente a rigidez dielétrica. A medição da rigidez dielétrica, portanto serve em primeiro lugar para indicar a presença de contaminantes tais como água e partículas condutoras, que podem estar presentes quando baixos valores são encontrados nos ensaios. Entretanto valores elevados na rigidez dielétrica não indicam a ausência de todos os contaminantes (por exemplo, produtos de oxidação do óleo).

Teor de Água:

A água pode originar-se da atmosfera ou ser produzida pela deterioração de materiais isolantes. A água pode estar presente no óleo isolante na forma livre ou dissolvida. A água pode ser detectada por inspeção visual na forma de gotículas ou poder estar emulsionada, quando pode ou não ocasionar turvação do óleo. Na e, em menor grau, um acréscimo nas perdas dielétricas. A água em solução (dissolvida) pode ser determinada por meios físicos ou químicos e pode ou não afetar as propriedades elétricas dependendo do estado de deterioração do óleo. Um elevado teor de água acelera a deterioração química do papel isolante e é indicativo de condições de operação indesejáveis, que requerem correções.

Índice de Neutralização:

O Índice de Neutralização de um óleo é uma medida dos constituintes ou contaminantes ácidos do óleo. Este valor aumenta como resultado da oxidação e é utilizado como um guia geral para determinação quando um óleo deve ser substituído ou regenerado, desde que limites de rejeição convenientes tenham sido estabelecidos e outros ensaios serem utilizados para confirmação da resistividade e perdas dielétricas.

Óleo Mineral

Tensão Interfacial:

A tensão interfacial entre água e óleo é um ensaio para se detectar contaminantes polares solúveis e produtos de oxidação. Esta característica varia muito rapidamente durante estágios iniciais de envelhecimento, mas tende a se estabilizar quando a deterioração é ainda moderada.

Resistividade e Perdas dielétricas:

Esses ensaios detectam a presença de contaminantes solúveis no óleo, produto de oxidação, sabões metálicos, água, etc. Variações podem ser monitoradas mesmo quando a contaminação e tão leve que não possa ser detectada pó métodos químicos. Em geral, há uma relação entre o fator de perdas dielétricas e a resistividade a altas temperaturas, com a resistividade decrescendo à medida que o fator de perdas dielétricas aumenta. Informações úteis adicionais podem ser obtidas a partir de medidas de resistividade e de fator de perdas dielétricas a temperatura ambiente (25ºC) e a temperatura mais altas, como por exemplo, 90ºC e 100ºC. Um resultado satisfatório a 90ºC ou 100ºC, em conjunto com um valor insatisfatório a temperatura mais baixa (25ºC) é uma indicação da presença de contaminantes precipitáveis a frio, sendo que resultados insatisfatórios nas duas temperaturas, alta e baixa, indicam uma maior contaminação e que o óleo está menos susceptível de ser restaurado a um nível satisfatório por recondicionamento.

ANÁLISE CROMATOGRAFICA.

Óleo Mineral Isolante

ANÁLISE CROMATOGRAFICA GASOSA - NBR 7070-7274.

- Oxigênio - O2
- Hidrogênio - H2
- Nitrogênio - N2
- Monóxido de carbono - CO
- Dióxido de carbono - CO2
- Metano - CH4
- Etano - C2H6
- Acetileno - C2H2
- Etileno - C2H4
- Total de Gases Combustíveis.

Obs: volume da amostra necessário - 1 seringa de 20 ou 50 ml

Análise Cromatografica

É o método atual mais adequado de Analise de gases gerados no transformador, cujos resultados muito contribuem para detecção de possíveis falhas que estão ocorrendo ou que possam ocorrer no transformador sendo bem distinta da Analise físico-químico do óleo isolante. Arco, corona e sobreaquecimento são tipos de falhas que podem ser detectadas pela Analise cromatográfica antes que o problema possa se tornar mais crítico. Existem valores limites que são adotados como referência, mas só sendo utilizados como parâmetro para diagnostico devido a influência de vários fatores tais como:

- Concentração inicial dos gases;
- Compatibilidade da pintura interna como materiais isolantes;
- Tensão máxima do equipamento;
- Condições de serviço (sobrecarga);
- Sistema de preservação do óleo, etc.

Análise Fisico Quimico

Mas através de um acompanhamento periódico, podemos analisar a evolução desses gases desde o início de seu funcionamento e diagnosticando a tempo uma futura falha.

Dos métodos utilizados para a interpretação de falhas no transformador temos:

Método de diagnostico pelo gás chave.

Este método baseia-se no fato de que quando há uma falha incipiente em evolução no transformador, a concentração dos gases a ela associados ultrapassam os valores normais de degradação da isolação, dos estabelecidos em ensaios de laboratório.

Método de diagnostico a partir das concentrações dos gases dissolvidos.

Este método analisa a formação de gases no óleo mineral isolante através das relações estipuladas na norma NBR 7274 e NBR 7070.

Horário comercial: (11) 2018 – 7120 24 horas: (11) 96873 – 2931
insp-therm@insp-therm.com.br
Rua Alberto de Macedo, N° 243 sala 2
Jd. Santa Adélia - São Paulo/SP
CEP: 03973-000
O conteúdo do texto desta página é de direito reservado. Sua reprodução, parcial ou total, mesmo citando nossos links, é proibida sem a autorização do autor. Crime de violação de direito autoral – artigo 184 do Código Penal – Lei 9610/98 - Lei de direitos autorais.
Posso Ajudar?